Muitos de nós estamos vivenciando um momentinho de férias por causa do recesso escolar. Para muitos, momento de ficar livres daqueles alunos encapetados e irritantes. Para outros, momento para ficar com essas crianças e adolescentes inquietos e, muitas vezes, insensatos.
Não é fácil dizer determinadas coisas; no entanto, parece que vamos vivendo determinados momentos sem pararmos para pensar no que eles significam para nós. É preciso, de tempos em tempos, darmos uma parada em nossas vidas e observá-la de um ponto mais alto, como num alto de uma montanha da qual podemos observar uma cidade inteira e contemplá-la em detalhes.
Nossa vida não se resume nessas parcas semanas de férias de julho – muito menos nas de janeiro. O lazer é importante; contudo, a vida demanda trabalho e estudo.
Nossa vida não se resume a um breve momento de irritação só porque determinadas coisas não acontecem como planejamos. A vida segue um rumo determinado, e nós precisamos entender esse recado que ela sempre nos transmite. Podemos e devemos nos planejar; porém, não podemos desperdiçar energias por causa das frustrações.
Para quem tem filhos, estar com eles é um momento mágico, porque nem sempre temos condições de dar a devida atenção que eles merecem. Os pais precisam estar mais ao lado dos filhos e vice-versa. A única maneira de conhecemos uns aos outros é estando ao lado convivendo lado a lado, trabalhando lado a lado, estudando lado a lado.
Por outro lado, para o professor, que tanto convive com crianças e adolescentes, é momento de reflexão. Sabemos que ninguém é perfeito; ou seja, você faz o melhor para trabalhar suas aulas, mas sabe que sempre falta alguma coisa. Assim, esse período de recesso, além do merecido descanso, é o momento-chave para uma revisão de todo o trabalho desenvolvido até o momento e a possibilidade de mudança de rumo para realizar mais acertos no próximo período.
Todo o tempo que a vida nos dá serve para alguma coisa. O próprio momento de lazer é uma válvula de escape para não enlouquecermos. Assim, aproveite esse momento não somente para se divertir; aproveite-o também para repensar sua própria existência, sua carreira, seu trabalho e sua vida familiar. Não, não pense que isso é trabalho; isso é autoconhecimento. Sabendo de nossas qualidades e defeitos, potenciais e limitações, vamos aprender a conhecer nós mesmos. E quem conhece a si mesmo é o homem mais em paz que pode existir.
Muita paz!
sábado, 24 de julho de 2010
terça-feira, 20 de julho de 2010
20/07: Dia do amigo
A amizade é um dos sentimentos mais importantes na nossa vida.
Uma das primeiras frases filosóficas que aprendi dizia que o homem era um ser social. Sem as amizades, seríamos seres completamente bitolados dentro de nossas crisálidas, verdadeiras burkas ambulantes, sem condições mesmo de nos comunicarmos uns com os outros.
O comércio, na sua justa busca por períodos para alavancar suas vendas, optou por comemorar a amizade no dia 20/07 nos últimos tempos. Afinal, se temos dia das mães, dia dos pais e dia dos namorados, por que não comemorar também o dia dos amigos?
O que não podemos perder de vista, no entanto, que todas as pessoas que amamos, ou seja, todas as pessoas às quais queremos bem merecem muito mais do que presentes e não necessitam de um dia especial para homenageá-las. Toda vez que telefonamos para elas para saudar o fato de elas existirem em nossas vidas é uma homenagem. Toda vez que as abraçamos quando as encontramos é uma forma de homenageá-las. Aliás, toda vez que falamos bem delas para outras pessoas também é uma forma de homenageá-las.
Muitos podem até estranhar eu ter colocado uma mensagem como essa justamente no dia do amigo; todavia, nada mais proposital do que falar dos amigos no dia deles. Nenhum presente é mais gratificante do que uma mensagem de carinho, de paz e de fraternidade.
Feliz dia da amizade!
Uma das primeiras frases filosóficas que aprendi dizia que o homem era um ser social. Sem as amizades, seríamos seres completamente bitolados dentro de nossas crisálidas, verdadeiras burkas ambulantes, sem condições mesmo de nos comunicarmos uns com os outros.
O comércio, na sua justa busca por períodos para alavancar suas vendas, optou por comemorar a amizade no dia 20/07 nos últimos tempos. Afinal, se temos dia das mães, dia dos pais e dia dos namorados, por que não comemorar também o dia dos amigos?
O que não podemos perder de vista, no entanto, que todas as pessoas que amamos, ou seja, todas as pessoas às quais queremos bem merecem muito mais do que presentes e não necessitam de um dia especial para homenageá-las. Toda vez que telefonamos para elas para saudar o fato de elas existirem em nossas vidas é uma homenagem. Toda vez que as abraçamos quando as encontramos é uma forma de homenageá-las. Aliás, toda vez que falamos bem delas para outras pessoas também é uma forma de homenageá-las.
Muitos podem até estranhar eu ter colocado uma mensagem como essa justamente no dia do amigo; todavia, nada mais proposital do que falar dos amigos no dia deles. Nenhum presente é mais gratificante do que uma mensagem de carinho, de paz e de fraternidade.
Feliz dia da amizade!
domingo, 6 de junho de 2010
A Copa do Mundo e a Paz
Como uma competição pode parar um planeta? E como ela poderia servir de tema para este mísero blog?
Todos os olhares do mundo estão, neste momento, virados para uma cidade ao sul do mundo, mais precisamente na África do Sul. Todos aguardam os desdobramentos de uma competição.
Como pode uma competição para tudo, se toda e qualquer competição é inversamente proporcional à paz?
Nossa natureza humana é ainda muito ligada a desafios. Nosso primeiro desafio começa na infância, quando conseguimos conhecer as capacidades do nosso corpo e sobrevivemos às adversidades de doenças e conquistamos nosso corpo saudável. Há também os desafios proporcionados pelas brincadeiras, pelos amigos novos e pelas primeiras letras e contas a serem desenvolvidas.
A seguir, passamos pelo desafio da adolescência, na qual passamos a controlar um corpo novo, crescido, mais maduro, com novas capacidades e outras novidades bem distintas da infância. Além disso, há as novidades do mercado de trabalho, do estudo, dos esportes e de outros tantos desafios que aparecem em nossas vidas.
Por fim, chegamos à fase adulta e as obrigações impostas pelas leis, além de outros desafios que somente cada um de nós sabe quais e como eles surgem. Em tempo integral, desafios para chegarmos a algum lugar, mesmo sem saber exatamente para onde estamos indo.
Seja qual for o nosso destino, estamos sempre lidando com desafios - o que não deixa de ser uma certa competição. Nesse caso, a competição é conosco mesmo, que procuramos superar todas as questões que a divindade nos coloca, pois confia em nós. Por mais que isso pareça exagero, somos verdadeiros heróis, pois conseguimos superar, a cada dia, cada desafio.
E, então, surge a pergunta: você mantém sua paz diante desses desafios? Certamente, não. Costumamos reclamar, espernear, chorar, xingar, quebrar tudo. É impressionante como nos comportamos, muitas vezes, diante das dificuldades - às vezes, mínimas - que encontramos pela frente.
Então, o que fazer? Respirar fundo, elevar o pensamento e encará-lo, pois não há outro jeito. Fugir será pior, pois o desafio nos perseguirá na nossa consciência.
Todavia, é preciso encarar os desafios de cabeça fria. Não adianta tentar resolver tudo a ferro e fogo; é necessário, sem sombra de dúvidas, refletir e encontrar a melhor maneira de resolver nossos desafios da maneira mais racional possível, mesmo que o que esteja em jogo sejam nossas emoções.
E a Copa?
A Copa faz parte daqueles movimentos em que todos os corações se unem em torno de um ideal. Para quem joga, cumpre desempenhar seu papel atlético. Para quem torce, cumpre limitar-se a somente torcer, sem cair em exageros de fazer promessas, criar simpatias, negociar apostas ou achar que algo que você fizer vá influenciar o destino dos times na competição em questão.
Quem torce deve procurar levar em conta que todo e qualquer jogo é meramente um entretenimento, uma diversão; nada mais do que isso. Caso uma seleção consiga conquistar a copa, que diferença essencial em sua vida fará exatamente?
Absolutamente nenhuma.
Os jogadores sairão realizados, com seus ânimos em alta devido à vitória - ou em baixa devido a uma derrota. Todavia, diante de nossos desafios, também não sofremos derrotas? Ou vitórias?
Precisamos amadurecer nossos corações para sabermos encarar todos os tipos de desafio. A Copa do Mundo é um desafio que envolve somente os jogadores, pois é o papel que eles têm de cumprir. Os torcedores, por sua vez, devem torcer sem esquecer que o jogo é uma diversão, um momento para aliviar a tensão do cotidiano.
Assim, procure manter um padrão pacífico de pensamento na hora dos jogos. Evite gritos, desesperos e atitudes que te façam perder a paz. A sua saúde está em primeiro lugar. E a sua saúde começa pela paz.
Todos os olhares do mundo estão, neste momento, virados para uma cidade ao sul do mundo, mais precisamente na África do Sul. Todos aguardam os desdobramentos de uma competição.
Como pode uma competição para tudo, se toda e qualquer competição é inversamente proporcional à paz?
Nossa natureza humana é ainda muito ligada a desafios. Nosso primeiro desafio começa na infância, quando conseguimos conhecer as capacidades do nosso corpo e sobrevivemos às adversidades de doenças e conquistamos nosso corpo saudável. Há também os desafios proporcionados pelas brincadeiras, pelos amigos novos e pelas primeiras letras e contas a serem desenvolvidas.
A seguir, passamos pelo desafio da adolescência, na qual passamos a controlar um corpo novo, crescido, mais maduro, com novas capacidades e outras novidades bem distintas da infância. Além disso, há as novidades do mercado de trabalho, do estudo, dos esportes e de outros tantos desafios que aparecem em nossas vidas.
Por fim, chegamos à fase adulta e as obrigações impostas pelas leis, além de outros desafios que somente cada um de nós sabe quais e como eles surgem. Em tempo integral, desafios para chegarmos a algum lugar, mesmo sem saber exatamente para onde estamos indo.
Seja qual for o nosso destino, estamos sempre lidando com desafios - o que não deixa de ser uma certa competição. Nesse caso, a competição é conosco mesmo, que procuramos superar todas as questões que a divindade nos coloca, pois confia em nós. Por mais que isso pareça exagero, somos verdadeiros heróis, pois conseguimos superar, a cada dia, cada desafio.
E, então, surge a pergunta: você mantém sua paz diante desses desafios? Certamente, não. Costumamos reclamar, espernear, chorar, xingar, quebrar tudo. É impressionante como nos comportamos, muitas vezes, diante das dificuldades - às vezes, mínimas - que encontramos pela frente.
Então, o que fazer? Respirar fundo, elevar o pensamento e encará-lo, pois não há outro jeito. Fugir será pior, pois o desafio nos perseguirá na nossa consciência.
Todavia, é preciso encarar os desafios de cabeça fria. Não adianta tentar resolver tudo a ferro e fogo; é necessário, sem sombra de dúvidas, refletir e encontrar a melhor maneira de resolver nossos desafios da maneira mais racional possível, mesmo que o que esteja em jogo sejam nossas emoções.
E a Copa?
A Copa faz parte daqueles movimentos em que todos os corações se unem em torno de um ideal. Para quem joga, cumpre desempenhar seu papel atlético. Para quem torce, cumpre limitar-se a somente torcer, sem cair em exageros de fazer promessas, criar simpatias, negociar apostas ou achar que algo que você fizer vá influenciar o destino dos times na competição em questão.
Quem torce deve procurar levar em conta que todo e qualquer jogo é meramente um entretenimento, uma diversão; nada mais do que isso. Caso uma seleção consiga conquistar a copa, que diferença essencial em sua vida fará exatamente?
Absolutamente nenhuma.
Os jogadores sairão realizados, com seus ânimos em alta devido à vitória - ou em baixa devido a uma derrota. Todavia, diante de nossos desafios, também não sofremos derrotas? Ou vitórias?
Precisamos amadurecer nossos corações para sabermos encarar todos os tipos de desafio. A Copa do Mundo é um desafio que envolve somente os jogadores, pois é o papel que eles têm de cumprir. Os torcedores, por sua vez, devem torcer sem esquecer que o jogo é uma diversão, um momento para aliviar a tensão do cotidiano.
Assim, procure manter um padrão pacífico de pensamento na hora dos jogos. Evite gritos, desesperos e atitudes que te façam perder a paz. A sua saúde está em primeiro lugar. E a sua saúde começa pela paz.
domingo, 30 de maio de 2010
O perdão
Talvez este seja um dos atos mais difíceis de se conseguir e um dos atos mais bonitos que se pode ver, ouvir, sentir.
Perdoar é uma bênção que o Autor da Vida nos permitiu realizar para que todos os relacionamentos pudessem ser retomados de uma forma sadia.
Perdoar significa jogar fora todo o nosso lixo sentimental: mágoas, rancores, raivas, ódios, invejas, egoísmos, orgulhos. É como aquele enfeite que temos em casa, mas, que, mesmo detestando, resistimos em nos desfazermos dele. É aquele velho presente que, por mais que tenhamos detestado desde o início, decidimos ficar com ele para satisfazer a vontade de outra pessoa.
E como dói ver aquele objeto feio, não é mesmo? A gente tenta escondê-lo de todos quando somos visitados; contudo, ele está ali, olhando para a gente, como se estivesse rindo da nossa dificuldade em aceitá-lo ali.
A bem da verdade, deveríamos ter recusado sua presença em nosso lar desde o início. Porém, já que ele está ali, por que não livramos dele logo?
Talvez por nossa natureza ainda muito ligada à matéria, temos a tendência de nos agarrarmos a esse objeto, a esse sentimento mesquinho porque ele justifica nossos atos, justifica a manutenção de determinadas atitudes, que são movidas pelo orgulho e pelo egoísmo, nossos maiores inimigos.
Quanto mais nos agarramos a esses objetos enfadonhos, mais nos agarramos ao nosso lixo sentimental, mais nos agarramos ao peso que nos atrela ao nosso lado mais animal. E o pior: perdoar significa não somente ceder à visão de outras pessoas; perdoar também significa reconhecer que estamos errados.
Eu? Errado?! Que isso? Eu não erro nunca, jamais... Apenas, não aceito que me façam determinadas coisas e ponto final.
Bom... Pontos finais são sempre continuativos na nossa vida. Todos os atos de nossa vida, em relação a outras pessoas, também envolvem a visão do outro. Na visão do outro, ele está certo e você, errado. E, agora, quem está com a razão?
A resposta é: nenhum dos dos dois. Na medida em que ambos os lados decidem manter a barreira sentimental atrelada ao lixo sentimental, deve-se, assim, reconhecer que nenhum dos dois está certo. Muitas vezes, nada disso teria acontecido se um dos lados tivesse prestado mais atenção e tivesse deixado a situação, que já não estava lá muito boa, agravar-se.
Nenhum de nós é santo nem demônio. Somos meras crianças que mal estamos aprendendo a caminhar com nossas próprias pernas.
Nosso sentimento deve sempre ser educado mediante as dificuldades que aparecem. E perdoar é a melhor solução quando alguém nos atinge frontalmente ou indiretamente.
Perdoar deixa nosso coração leve, pois jogamos fora nosso lixo sentimental.
Experimente já, e verá como seu coração respirará mais aliviado. Perdoe, perdoe sempre, perdoe profundamente. Medite. Procure esquecer todo o mal que te fizeram e vigie para não machucar outros corações.
Perdoando, a paz chegará mais rápido ao seu coração.
Perdoar é uma bênção que o Autor da Vida nos permitiu realizar para que todos os relacionamentos pudessem ser retomados de uma forma sadia.
Perdoar significa jogar fora todo o nosso lixo sentimental: mágoas, rancores, raivas, ódios, invejas, egoísmos, orgulhos. É como aquele enfeite que temos em casa, mas, que, mesmo detestando, resistimos em nos desfazermos dele. É aquele velho presente que, por mais que tenhamos detestado desde o início, decidimos ficar com ele para satisfazer a vontade de outra pessoa.
E como dói ver aquele objeto feio, não é mesmo? A gente tenta escondê-lo de todos quando somos visitados; contudo, ele está ali, olhando para a gente, como se estivesse rindo da nossa dificuldade em aceitá-lo ali.
A bem da verdade, deveríamos ter recusado sua presença em nosso lar desde o início. Porém, já que ele está ali, por que não livramos dele logo?
Talvez por nossa natureza ainda muito ligada à matéria, temos a tendência de nos agarrarmos a esse objeto, a esse sentimento mesquinho porque ele justifica nossos atos, justifica a manutenção de determinadas atitudes, que são movidas pelo orgulho e pelo egoísmo, nossos maiores inimigos.
Quanto mais nos agarramos a esses objetos enfadonhos, mais nos agarramos ao nosso lixo sentimental, mais nos agarramos ao peso que nos atrela ao nosso lado mais animal. E o pior: perdoar significa não somente ceder à visão de outras pessoas; perdoar também significa reconhecer que estamos errados.
Eu? Errado?! Que isso? Eu não erro nunca, jamais... Apenas, não aceito que me façam determinadas coisas e ponto final.
Bom... Pontos finais são sempre continuativos na nossa vida. Todos os atos de nossa vida, em relação a outras pessoas, também envolvem a visão do outro. Na visão do outro, ele está certo e você, errado. E, agora, quem está com a razão?
A resposta é: nenhum dos dos dois. Na medida em que ambos os lados decidem manter a barreira sentimental atrelada ao lixo sentimental, deve-se, assim, reconhecer que nenhum dos dois está certo. Muitas vezes, nada disso teria acontecido se um dos lados tivesse prestado mais atenção e tivesse deixado a situação, que já não estava lá muito boa, agravar-se.
Nenhum de nós é santo nem demônio. Somos meras crianças que mal estamos aprendendo a caminhar com nossas próprias pernas.
Nosso sentimento deve sempre ser educado mediante as dificuldades que aparecem. E perdoar é a melhor solução quando alguém nos atinge frontalmente ou indiretamente.
Perdoar deixa nosso coração leve, pois jogamos fora nosso lixo sentimental.
Experimente já, e verá como seu coração respirará mais aliviado. Perdoe, perdoe sempre, perdoe profundamente. Medite. Procure esquecer todo o mal que te fizeram e vigie para não machucar outros corações.
Perdoando, a paz chegará mais rápido ao seu coração.
sábado, 15 de maio de 2010
Ante os desafios da vida
Muitos desafios nos aparecem nos momentos mais inimagináveis possíveis. Muitas vezes, esses desafios surgem no momento em que nos preparávamos para descansar, desligar do mundo a nossa volta.
Desligarmo-nos do mundo é necessário. O descanso faz parte da Lei do Repouso – o próprio sono é uma manifestação dessa lei. Nosso corpo, nosso veículo, máquina humana, precisa também de reparo, descanso, respiração. Somos seres humanos, um conjunto que envolve corpo e espírito, carne e mente, matéria e imatéria; sem uma boa relação entre ambos, não conseguimos sequer sair da cama.
Mas, eis que, no exato momento em que você se preparava para desligar a tomada da consciência dos problemas em que você está inserido(a), o dever ou o problema lhe chama. O incômodo, a reclamação, o xingamento e outras atitudes absolutamente negativas assaltam nossa cabeça e, por vezes, acabamos tendo atitudes intempestivas. É... o nosso orgulho, por mais que estejamos lutando contra ele em tempo integral, acaba falando mais alto. O resquício de um sentimento egoísta e antirreligioso toma conta de nós, causando uma revolução que poderia até mesmo nos causar um infarto. Tudo porque alguém nos chamou para alguma coisa.
É verdade que nunca é lá muito agradável lidar com desafios que nos incomodam. Esses desafios podem ser pequenos, como ajudar um amigo com problemas, um parente que se meteu em confusão ou algo semelhante. Por outro lado, o desafio também pode ser um diagnóstico desagradável, algo que você jamais poderia pensar que poderia acontecer com você: uma doença incurável, um rombo na conta bancária, a morte de uma pessoa querida. Tudo pode acontecer nessa vida, não é verdade?
Se você se sentiu desanimado, desesperado, sem chão..., RESPIRE FUNDO! Esse é o primeiro passo. Arrebentar com o mundo ou revoltar-se contra o criador não resolverão nada; muito pelo contrário, só vão lhe causar ainda mais problemas, pois, além desse desafio, você vai ter de lidar com as consequências de um ato inconsequente.
O próximo passo é a resignação. Não se trata de deixar o barco correr, como naquela música, “Vida leva eu”. Trata-se de respirar fundo, elevar o pensamento e pedir a orientação superior – Deus, Allah, Javé, Jeová, Energia Cósmica, Primeiro Motor ou outros nomes a que chama esse Ser em quem você acredita.
Não perca as esperanças. Respire fundo. Acalme-se. O desafio que te apareceu só apareceu porque você tem capacidade para lidar com ele – e somente você. Ou você acha que Aquele que te deu a vida te deixaria na mão justamente agora?
Encare esse desafio como mais uma prova de sua capacidade de lidar com a vida como um todo. Você já é um vencedor por ter chegado até aqui. Pense nas dificuldades pelas quais você já passou e todas que você já venceu.
E se o desafio lhe parece grande demais, seja também humilde: peça ajuda, caso sinta realmente essa necessidade. Somos todos seres sociais, seres humanos, seres pensantes, seres amorosos. O calor humano é o que mais nos anima para vivenciarmos a vida como ela realmente é. Não se deixe cegar pelo orgulho e pela ambição de querer encarar tudo sozinho quando você percebe que precisa de ajuda.
Vá em frente! Lute! Encare mais esse desafio! O Criador está junto de você! Pode crer! “Ajuda-te, que o céu te ajudará”! Siga em frente sempre!
Abraços virtuais e muita paz!
Desligarmo-nos do mundo é necessário. O descanso faz parte da Lei do Repouso – o próprio sono é uma manifestação dessa lei. Nosso corpo, nosso veículo, máquina humana, precisa também de reparo, descanso, respiração. Somos seres humanos, um conjunto que envolve corpo e espírito, carne e mente, matéria e imatéria; sem uma boa relação entre ambos, não conseguimos sequer sair da cama.
Mas, eis que, no exato momento em que você se preparava para desligar a tomada da consciência dos problemas em que você está inserido(a), o dever ou o problema lhe chama. O incômodo, a reclamação, o xingamento e outras atitudes absolutamente negativas assaltam nossa cabeça e, por vezes, acabamos tendo atitudes intempestivas. É... o nosso orgulho, por mais que estejamos lutando contra ele em tempo integral, acaba falando mais alto. O resquício de um sentimento egoísta e antirreligioso toma conta de nós, causando uma revolução que poderia até mesmo nos causar um infarto. Tudo porque alguém nos chamou para alguma coisa.
É verdade que nunca é lá muito agradável lidar com desafios que nos incomodam. Esses desafios podem ser pequenos, como ajudar um amigo com problemas, um parente que se meteu em confusão ou algo semelhante. Por outro lado, o desafio também pode ser um diagnóstico desagradável, algo que você jamais poderia pensar que poderia acontecer com você: uma doença incurável, um rombo na conta bancária, a morte de uma pessoa querida. Tudo pode acontecer nessa vida, não é verdade?
Se você se sentiu desanimado, desesperado, sem chão..., RESPIRE FUNDO! Esse é o primeiro passo. Arrebentar com o mundo ou revoltar-se contra o criador não resolverão nada; muito pelo contrário, só vão lhe causar ainda mais problemas, pois, além desse desafio, você vai ter de lidar com as consequências de um ato inconsequente.
O próximo passo é a resignação. Não se trata de deixar o barco correr, como naquela música, “Vida leva eu”. Trata-se de respirar fundo, elevar o pensamento e pedir a orientação superior – Deus, Allah, Javé, Jeová, Energia Cósmica, Primeiro Motor ou outros nomes a que chama esse Ser em quem você acredita.
Não perca as esperanças. Respire fundo. Acalme-se. O desafio que te apareceu só apareceu porque você tem capacidade para lidar com ele – e somente você. Ou você acha que Aquele que te deu a vida te deixaria na mão justamente agora?
Encare esse desafio como mais uma prova de sua capacidade de lidar com a vida como um todo. Você já é um vencedor por ter chegado até aqui. Pense nas dificuldades pelas quais você já passou e todas que você já venceu.
E se o desafio lhe parece grande demais, seja também humilde: peça ajuda, caso sinta realmente essa necessidade. Somos todos seres sociais, seres humanos, seres pensantes, seres amorosos. O calor humano é o que mais nos anima para vivenciarmos a vida como ela realmente é. Não se deixe cegar pelo orgulho e pela ambição de querer encarar tudo sozinho quando você percebe que precisa de ajuda.
Vá em frente! Lute! Encare mais esse desafio! O Criador está junto de você! Pode crer! “Ajuda-te, que o céu te ajudará”! Siga em frente sempre!
Abraços virtuais e muita paz!
sábado, 8 de maio de 2010
Mãe: Paraíso ou padecimento?
A sabedoria popular diz que ser mãe é padecer no paraíso. Se padecer está ligado à noção que temos de "paraíso", então estamos diante de um tremendo erro conceitual de nossa própria sabedoria.
Ser mãe é, acima de tudo, uma missão de dedicação e cuidado, uma espécie de sacerdócio assumido no momento da concepção. Quando uma mulher entrega-se a um homem, ela sabe que tem pela frente a possibilidade de assumir a missão da maternidade.
Maternidade é a perpetuação da nossa vida na Terra, é a confirmação do milagre da vida que o Criador nos proporcionou. Aquele pequeno ser, que se desenvolveu dentro do ventre e que, de uma hora para outra, apresenta-se por meio daquele choro no momento da primeira respiração, é o ser que veio para as mãos da mãe e do pai para ter seu desenvolvimento guiado por meio da educação familiar.
Felizmente ou infelizmente, todos nós temos livre-arbítrio e, dentro de certos limites, podemos fazer o que quisermos. Sabemos que nem sempre as mães queriam aqueles filhos ou que elas nem sempre possuem condições financeiras, físicas e/ou psicológicas para criar uma criança. São casos em que devemos direcionar preces ao Criador para que as decisões acerca dessas crianças sejam iluminadas para que ninguém saia prejudicado.
Aquele ser, com o passar dos anos, vai se desenvolvendo gradativamente: começa a andar, começa a falar, começa a aprender, começa a estudar e... de repente - Nossa! Parece que foi ontem! - eis que os filhos estão na adolescência. Finalmente, eles vão poder andar com as próprias pernas, né?
A sabedoria popular também diz: "Filho criado, trabalho dobrado". Quando a criança se desenvolve como adolescente para, posteriormente, tornar-se um adulto, ela aplica no cotidiano todas a lições de moral que aprenderam com os pais e as amizades da infância. Trabalho dobrado? Então, é preciso rever o que fizemos...
O carinho, a atenção, o cuidado - com as devidas proporções - na infância garantem uma relação de carinho no futuro também. Por outro lado, não podemos nos esquecer de uma percepção fundamental: criamos nossos filhos para que eles possam andar com as próprias pernas. Toda e qualquer orientação que dermos aos nossos filhos precisam ser sempre direcionados para a autonomia deles. Eles são NOSSOS filhos; porém, eles NÃO NOS PERTENCEM.
Vê-los felizes é o paraíso. Vê-los sofrendo ou nos agredindo é o nosso padecimento. Nem todos os momentos com os filhos são de sabedoria; contudo, a mãe, por ser mãe, precisa respirar fundo e colocar a cabeça no lugar para não tomar atitudes intempestivas, pois seu exemplo será tomado como modo de vida na cabeça da criança.
Assim, fica uma lição fundamental: ser mãe é uma missão de alta responsabilidade. Se você ainda não assumiu essa missão, esteja preparada: a estrada é pedregosa, e o destino dependerá da sua relação com esse novo ser. Se você assumiu a missão, olhe para o quanto você realizou e para o tipo de relação que você tem hoje com seus filhos. Toda e qualquer reflexão é necessária, mãe. Toda e qualquer reflexão é necessária, filho.
O dia das mães não pode ser reduzido aos presentes - geralmente de cozinha ou para casa, nada para a pessoa da mãe; o dia das mães é o momento para repensar a própria relação mãe-filho(a)(s), independentemente das idades em que ambos estejam. O importante mesmo é sempre aparar as arestas e harmonizar as relações.
Muita paz!
Feliz dia das mães!
Ser mãe é, acima de tudo, uma missão de dedicação e cuidado, uma espécie de sacerdócio assumido no momento da concepção. Quando uma mulher entrega-se a um homem, ela sabe que tem pela frente a possibilidade de assumir a missão da maternidade.
Maternidade é a perpetuação da nossa vida na Terra, é a confirmação do milagre da vida que o Criador nos proporcionou. Aquele pequeno ser, que se desenvolveu dentro do ventre e que, de uma hora para outra, apresenta-se por meio daquele choro no momento da primeira respiração, é o ser que veio para as mãos da mãe e do pai para ter seu desenvolvimento guiado por meio da educação familiar.
Felizmente ou infelizmente, todos nós temos livre-arbítrio e, dentro de certos limites, podemos fazer o que quisermos. Sabemos que nem sempre as mães queriam aqueles filhos ou que elas nem sempre possuem condições financeiras, físicas e/ou psicológicas para criar uma criança. São casos em que devemos direcionar preces ao Criador para que as decisões acerca dessas crianças sejam iluminadas para que ninguém saia prejudicado.
Aquele ser, com o passar dos anos, vai se desenvolvendo gradativamente: começa a andar, começa a falar, começa a aprender, começa a estudar e... de repente - Nossa! Parece que foi ontem! - eis que os filhos estão na adolescência. Finalmente, eles vão poder andar com as próprias pernas, né?
A sabedoria popular também diz: "Filho criado, trabalho dobrado". Quando a criança se desenvolve como adolescente para, posteriormente, tornar-se um adulto, ela aplica no cotidiano todas a lições de moral que aprenderam com os pais e as amizades da infância. Trabalho dobrado? Então, é preciso rever o que fizemos...
O carinho, a atenção, o cuidado - com as devidas proporções - na infância garantem uma relação de carinho no futuro também. Por outro lado, não podemos nos esquecer de uma percepção fundamental: criamos nossos filhos para que eles possam andar com as próprias pernas. Toda e qualquer orientação que dermos aos nossos filhos precisam ser sempre direcionados para a autonomia deles. Eles são NOSSOS filhos; porém, eles NÃO NOS PERTENCEM.
Vê-los felizes é o paraíso. Vê-los sofrendo ou nos agredindo é o nosso padecimento. Nem todos os momentos com os filhos são de sabedoria; contudo, a mãe, por ser mãe, precisa respirar fundo e colocar a cabeça no lugar para não tomar atitudes intempestivas, pois seu exemplo será tomado como modo de vida na cabeça da criança.
Assim, fica uma lição fundamental: ser mãe é uma missão de alta responsabilidade. Se você ainda não assumiu essa missão, esteja preparada: a estrada é pedregosa, e o destino dependerá da sua relação com esse novo ser. Se você assumiu a missão, olhe para o quanto você realizou e para o tipo de relação que você tem hoje com seus filhos. Toda e qualquer reflexão é necessária, mãe. Toda e qualquer reflexão é necessária, filho.
O dia das mães não pode ser reduzido aos presentes - geralmente de cozinha ou para casa, nada para a pessoa da mãe; o dia das mães é o momento para repensar a própria relação mãe-filho(a)(s), independentemente das idades em que ambos estejam. O importante mesmo é sempre aparar as arestas e harmonizar as relações.
Muita paz!
Feliz dia das mães!
domingo, 2 de maio de 2010
Ante a semana que se inicia
Mais uma semana inicia-se neste momento. É a primeira semana de um mês considerado longo: o mês de maio.
Um mês de 31 dias. Não parece nada, mas, geralmente, acabamos por ficar desanimados porque o pagamento não costuma durar até o final do mês. Além disso, o principal feriado já passou, e, ainda por cima, caiu num sábado.
Esse quadro parece desolador, não é mesmo? Trabalhar semanas a fio, sem perspectiva de nenhuma folguinha...
A semana inicia-se assim como outras semanas. Tivemos diversos feriados nos meses anteriores, especialmente em abril. Se não há perspectiva de quebra da rotina, então devemos encarar essa semana e as próximas que virão com entusiasmo e dedicação, serenidade e resignação.
Você não está sozinho(a) nessa situação. A semana começa para todo(a)s. E, se você está começando, dê graças por estar vivos e ter condições de trabalhar; dê graças por ter seu emprego e conseguir dinheiro para poder se sustentar - mesmo que seja pouco, mas é a o que você tem direito no momento e o que dispõe para viver.
Com fé e paz, peça a bênçãos para poder vivenciar essa e as próximas semanas com paz, harmonia, tranquilidade e serenidade. A paz está onde nós estivermos: em casa, no trabalho, na vizinhança, na escola, no templo.
Vivenciando com pensamentos de paz, os dias passarão e, quando você se der conta, o dia, o mês, o ano já acabou. E você verá que não doeu nada: bastou apenas mudar a forma como você via a vida.
Tenha uma semana repleta de paz!
Um mês de 31 dias. Não parece nada, mas, geralmente, acabamos por ficar desanimados porque o pagamento não costuma durar até o final do mês. Além disso, o principal feriado já passou, e, ainda por cima, caiu num sábado.
Esse quadro parece desolador, não é mesmo? Trabalhar semanas a fio, sem perspectiva de nenhuma folguinha...
A semana inicia-se assim como outras semanas. Tivemos diversos feriados nos meses anteriores, especialmente em abril. Se não há perspectiva de quebra da rotina, então devemos encarar essa semana e as próximas que virão com entusiasmo e dedicação, serenidade e resignação.
Você não está sozinho(a) nessa situação. A semana começa para todo(a)s. E, se você está começando, dê graças por estar vivos e ter condições de trabalhar; dê graças por ter seu emprego e conseguir dinheiro para poder se sustentar - mesmo que seja pouco, mas é a o que você tem direito no momento e o que dispõe para viver.
Com fé e paz, peça a bênçãos para poder vivenciar essa e as próximas semanas com paz, harmonia, tranquilidade e serenidade. A paz está onde nós estivermos: em casa, no trabalho, na vizinhança, na escola, no templo.
Vivenciando com pensamentos de paz, os dias passarão e, quando você se der conta, o dia, o mês, o ano já acabou. E você verá que não doeu nada: bastou apenas mudar a forma como você via a vida.
Tenha uma semana repleta de paz!
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